Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós difunde em todo lugar o cheiro do seu conhecimento. Colossenses 1:10

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segunda-feira, 28 de março de 2011

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

“As obras da carne são conhecidas; prostituição, impureza e sensualidade exagerada, MAS o fruto do espírito é amor...” (Gálatas 5.19-22).
 
Sim, as obras da carne são nossas conhecidas pelo sentido natural do ser humano, pela nossa própria experiência, que demonstra o que é bom para os seres humanos e para a sociedade humana, bem como o que nos é prejudicial.
O texto traz uma “lista de vícios”, que não é a única em toda a Escritura, mas que é aqui usada pelo apóstolo Paulo para enumerar os males que esses vícios podem nos causar.
Começa pela prostituição, ou imoralidade sexual, que pode abranger também a fornicação, sexo entre solteiros, e adultério, sexo entre pessoas casadas. O texto vai além para abranger a impureza sexual e a lascívia, que é a sexualidade pervertida e levada ao exagero.
Se o texto bíblico ficasse só por aqui de nada nos valeria, pois trazer a relação de vícios pouco acrescenta à nossa vida. Por isso, a Palavra de DEUS, que é a verdade, nos apresenta o Fruto do Espírito. Esse Fruto do Espírito, na verdade, são qualidades morais DIVINAMENTE implantadas em nós, através do Espírito de DEUS, a fim de que possamos adquirir a imagem do Senhor Jesus Cristo.
Devemos notar que a palavra FRUTO é colocada em confronto com o termo Obras. O ser humano produzirá sempre, por si mesmo, “obras da carne” por serem o fruto natural do ser humano. Porém, existem os aspectos superiores do “fruto espiritual”, que não consistem de esforço humano, mas que resulta da atuação de DEUS, através de Seu Espírito em nós.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

 O Amor

“As obras da carne são conhecidas; prostituição, impureza e sensualidade exagerada, MAS o fruto do espírito é amor...” (Gálatas 5.19-22).


A vida cristã não consiste em resoluções morais e esforços humanos. O crente vai sendo transformado segundo a natureza divina. Essa transformação está muito além da capacidade do ser humano, pois o alvo é por demais elevado e o caminho por demais inclinado para o alto para que possamos segui-lo, como uma decisão humana.
Todo o desenvolvimento do crente em busca de sua santificação requer a realidade da busca do Espírito Santo de DEUS, pois é Ele a fonte de tudo. Não se trata de usar os meios de meditação, solitude, jejuns prolongados. Tudo isso pode modificar temporariamente o ser humano pela força mental. Mas essa mudança não vai perdurar.
Assim, comecemos pelo AMOR, como o primeiro aspecto do Fruto do Espírito.
O Amor é o terreno onde são cultivadas todas as demais virtudes. O Amor é o solo onde todos os Dons Espirituais são plantados e se desenvolvem. O AMOR É A FONTE DE TODA A ESPIRITUALIDADE. O Amor é a prova de espiritualidade.
O Amor é a principal característica da família de DEUS e governa todas as ações dentro dessa família. Passa do Pai para o Filho, do Filho para os filhos, dos filhos para os outros filhos, dos filhos para o Filho e do Filho para o Pai.
O Amor consiste em querer para o outro aquilo que queremos para nós mesmos. É a dedicação ao próximo. É o dispêndio de tempo e energias em favor do outro, da mesma forma que nós, voluntária e necessariamente, despendemos tempo e energia conosco mesmos. O Amor renova e dá nova força à Fé.
Falemos do Amor de DEUS para os seres humanos, que é a fonte de todo o bem-estar humano. É isso que encontramos no Evangelho de João capítulo 3 verso 16: “Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que DEU o seu Filho Unigênito...”. Esse AMOR, de DEUS para com os seres humanos, é a base do Amor do ser humano para outros seres humanos. É, também, o elevado exemplo e o padrão mediante o qual o amor humano deve ser exercido.
Existe, também, o Amor dos seres humanos para com DEUS. É o primeiro e o maior de todos os mandamentos, conforme nos ensinou o Senhor Jesus, registro que temos em Mateus 22.34-35: “Jesus disse: Amarás o Senhor teu DEUS de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento”.
E também o Amor do ser humano para seus semelhantes. Esse é essencialmente o Fruto do Espírito de que estamos tratando neste artigo. Como nos diz o autor da carta do Apóstolo João, conhecido como o apóstolo do Amor: “Se alguém diz: Eu amo a DEUS e odeia a seu irmão é mentiroso. Quem não ama a seu irmão, ao qual viu como pode amar a DEUS a quem não viu? Aquele que não ama não conhece a DEUS, porque DEUS é amor” (1ª João 4.8 e 20).

Concluindo: “Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama seu irmão permanece na morte” (1ª João 3.14).

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo produz amabilidade

“As obras da carne são conhecidas: ciumeiras, acessos de raiva, brigas... mas o Fruto do Espírito é amabilidade” (Gálatas 5.20-22).


Amabilidade é delicadeza no trato com as outras pessoas. Esse termo no original em grego significa “excelência de caráter” e “honestidade”. O Senhor Jesus foi quem melhor deu o exemplo dessa qualidade e, por isso, Ele passou a ser o nosso modelo.
O servo de Jesus Cristo que possui essa qualidade é gentil e gracioso para com os seus semelhantes. Ele não se mostra inflexível e exigente. Demonstra doçura de temperamento e de palavras, sobretudo com os que estão à sua volta, e se dispõe a uma atitude afável, amável e cortês. Essa atitude de delicadeza no trato nos deixa facilmente abertos a perdoar aqueles que nos causam mágoa e ressentimentos.
Nós que queremos desenvolver esse fruto do Espírito Santo não podemos e não devemos ser inflexíveis e amargos, mas sim dotados de fala mansa e palavras suaves, o que vai encorajar outros a buscar a nossa companhia. A delicadeza no trato pode dar-se bem até mesmo com pessoas ousadas e de temperamento difícil.
Vamos nos dispor hoje a praticar a delicadeza no trato?

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

A Alegria

“As obras da carne são manifestas... mas o Fruto do Espírito é Alegria” (Gálatas 5.19-22).

O Apóstolo Paulo continua em seu esclarecimento a respeito das obras da carne. Ele nos fala agora de inimizades, desavenças e facções ou divisões.
Além do amor, que é o terreno onde são cultivadas as virtudes espirituais, o Apóstolo trata agora de Alegria. DEUS não enviou seu Filho para nos encher de tristeza, de abatimento, de desânimo. Ele nos deu Seu Filho para trazer Alegria aos nossos corações.
De dentro de uma prisão romana, o Apóstolo Paulo nos exorta: “Alegrai-vos sempre no Senhor”, em Filipenses 4.4. E o próprio Senhor Jesus já nos encoraja dizendo: “Alegrai-vos por estar o vosso nome escrito nos céus” (Lucas 10.20).
A verdadeira Alegria não é uma emoção artificial, motivada por pessoas, animais ou objetos. É uma ação do Espírito Santo de DEUS no nosso espírito. Essa Alegria nos inspira a Esperança e a Coragem para continuarmos. E a Confiança em nosso DEUS e satisfação de estarmos vivos em Cristo.
Mesmo no meio das lutas e das provas, das inimizades e das desavenças, temos Alegria em servirmos ao Senhor, caminhando em nossa jornada. Essa Alegria enche nosso coração de louvores cada hora do dia, pois com a Alegria triunfamos sobre a dor, sobre a traição, sobre os dissabores que ocorrem em nossa vida.
O Senhor Jesus deixa aos seus amados esta bendita esperança. “Estas coisas vos tenho dito para que a minha Alegria permaneça em vós, e a vossa Alegria seja completa” (João 15.11).
Amado, amada, permita-me sugerir a você, mesmo no meio da mais terrível batalha, que você busque essa Alegria verdadeira, que nos é dada como fruto do Espírito Santo.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

A Bondade

“As obras da carne são manifestas... mas o Fruto do Espírito é Bondade” (Gálatas 5.19-22).

Inimizades e disputas são resultado de uma vida que se entrega aos instintos naturais da carne. Mas quem é dirigido pelo Espírito Santo de DEUS tem um fruto diferente: a Bondade.
Não podemos esquecer que a Bondade é a base do caráter de nosso DEUS. O Senhor Jesus ensinou que “não há ninguém que seja Bom, a não ser DEUS” (Marcos 10.15). Isso nos leva a entender que o Padrão de Bondade deve ser o nosso DEUS.
A Bondade como Fruto do Espírito Santo deve ser uma qualidade gerada na vida dos servos do Senhor. Bondade deve ser também uma tendência para QUERER fazer o que é Bom. Bondade combina SER Bom com FAZER o Bem. Fazer o Bem não é simplesmente fazer beneficência, ajudar os necessitados, embora isso seja parte da Bondade. Fazer o Bem é zelar pela verdade e pela retidão e expulsar de nossos corações o mal e a maldade.
Em outra parte do ensino de nosso Mestre podemos aprender mais sobre fazer o Bem, em Mateus 5.6-9. Fazer o Bem é: ter fome e sede de justiça; praticar a misericórdia; ter um coração limpo; ser pacificador.
Expulsemos a maldade. Vamos abrir os nossos corações para a Bondade.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Domínio Próprio

“Fomos chamados para ser livres. Mas, não deixemos que essa liberdade se torne uma desculpa para que os desejos humanos nos dominem. Pois o Fruto do Espírito é Domínio Próprio” (Gálatas 5.13 e Gálatas 5.23).

Também chamado de Temperança ou Moderação, o Domínio Próprio é o controle sobre nossos próprios desejos e paixões. Para os casados isso inclui a fidelidade aos votos o casamento. Para os solteiros é a pureza, o controle sobre a imoralidade.
O ensino da Palavra de DEUS sobre o Domínio Próprio é bem claro, além de extenso. O escritor da carta de Tiago fala que todos nós tropeçamos em muitas coisas. Mas, se conseguimos controlar a nossa língua somos capazes de refrear todo o nosso corpo.
A moderação do servo do Senhor no falar também é requerida no pensar. O Profeta Jeremias nos adverte para lavarmos de nosso interior toda malícia e tirarmos de nosso meio os maus pensamentos. É o ensino do nosso Mestre, Jesus, de que do coração, isto é do nosso interior, procedem a maus pensamentos: assassinatos, adultérios, prostituição, falso testemunho e blasfêmias.
A Bíblia também está recheada de advertências contra o descontrole na bebida alcoólica. O sábio escritor do livro dos Provérbios fala que devemos nos afastar dos beberrões, e que as bebidas misturadas levam a feridas sem causa e a brigas e queixas.
O controle sobre a bebida também se estende aos excessos na comida. O Apóstolo Paulo diz que nosso descontrole nessas áreas pode fazer nosso irmão ou nossa irmã tropeçar, ou escandalizar-se ou ainda enfraquecer-se.
Mas, e se não conseguimos exercer o Domínio Próprio sobre essas áreas de nossa vida, o que fazer? Realmente, as paixões, os descontroles, os excessos fazem parte da natureza humana decaída por causa do pecado.
Precisamos constantemente nos lembrar que a nossa velha natureza está morta, mas não enterrada, vamos carregá-la conosco até o fim de nossa existência aqui na terra. Somente por nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Libertador, é que vamos alcançar a vitória sobre o nosso velho “eu”. É esse o Fruto que o Espírito Santo quer produzir em nós.
“Seja a vossa MODERAÇÃO conhecida de todos. Perto está o Senhor” (Filipenses 4.5).
Graças a DEUS porque em Jesus Cristo somos mais do que vencedores, por Ele, que nos amou!
Glória a Ele, pelos séculos dos séculos. Hoje e sempre

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Fidelidade

“As obras da carne são conhecidas: os grupos, as disputas, os partidos... mas o Fruto do Espírito é Fidelidade” (Gálatas 5.20-22).

A Fidelidade faz parte do caráter de nosso DEUS. A Bíblia declara que desde os tempos antigos o Senhor é fiel.
Somos informados que DEUS guarda a Sua Aliança e a Sua Misericórdia até mil gerações daqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos.
Sua Fidelidade ao povo de Israel é declarada repetidas vezes. Nenhuma de Suas palavras falhou de tudo o que Ele havia falado através de Moisés e dos profetas.
Tão forte é esse traço do caráter de DEUS, a Fidelidade, que o autor da carta aos Hebreus declara que “É impossível que DEUS minta” (Hebreus 6.18). Se Ele prometeu, Ele vai fazer porque Ele é FIEL.
É esse Fruto do caráter de nosso DEUS que o Espírito Santo deseja produzir em nós. Fidelidade é constância, é firmeza, é palavra confiável, é caminhar com DEUS.
Por conseqüência, entendemos que a infidelidade é afastar-se dos caminhos do Senhor. Isso nos leva a deixar a Aliança, o Compromisso assumido quando declaramos a nossa Fé. O infiel é chamado de louco na Palavra de DEUS porque, embora tenha conhecido a DEUS, afastou-se dEle e passou a praticar e aprovar pensamentos e atos que o Senhor rejeita.
Hoje é tempo de voltar à Fidelidade ao nosso DEUS. O convite do Senhor Jesus ainda ressoa em nossos ouvidos: “Sejam fiéis até o ponto de morrer por mim, e Eu lhes darei a Coroa da Vida” (Apocalipse 2.8).
Então... Não vale a pena ser Fiel?

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Mansidão

“As obras da carne são conhecidas: inimizades, brigas, discussões; mas o Fruto do Espírito é Mansidão” (Gálatas 5.20-22).

Mansidão não é covardia; mansidão não é característica de um fraco que, diante de situações adversas, se encolhe e se afasta. Pelo contrário, mansidão está associada à força e à coragem.
Os mansos têm moderação nas suas palavras e em seus atos. É o Espírito do DEUS vivo que nos concede a capacitação para expressarmos interesse e compaixão genuínos pelos outros.
Mansidão quer dizer Serenidade, Equilíbrio de alguém que tem suas paixões sob controle. O manso perdoa injúrias, corrige seus erros e sabe governar seu próprio ímpeto.
O manso deve submeter-se, humildemente, ao exemplo deixado pelo próprio Senhor Jesus. Ele mesmo declarou: “Aprendei de mim, sou manso e humilde de coração” (Mateus 11.29).
“Ó Senhor, escuta minha oração neste dia. Dá-me um coração manso, um espírito equilibrado. Não desejo ganhar batalhas pela força do meu braço ou da minha inteligência. Quero ser uma pessoa que produza o Fruto do Espírito em minha vida. Quero ser de bom gênio, assim conquistando pessoas em toda parte. Dá-me mansidão no trato com as pessoas. Estou disposto a pagar o preço. Oro e já agradeço em nome do Senhor Jesus, Amém”.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

 As obras da carne e a Paz

“As obras da carne são conhecidas: invejas, bebedices, orgias... mas o Fruto do Espírito é Paz” (Gálatas 5.21-22).

Quem já esteve dentro de uma prisão sabe como é a ante-sala do inferno. Nunca estive preso, mas pude fazer evangelismo em um presídio. O lugar é terrível! O cheiro de ferro misturado com comida velha e banheiro sujo... Coisa que não é deste mundo... Onde não há PAZ.
Dentro da cadeia não existe misericórdia nem graça. O que reina é a Lei da Honra e da Justiça própria, criada pelos maiorais.
E é em lugares como esses que muitos cristãos, irmãos nossos, se encontram hoje por amor do Nome do Senhor Jesus. MAS ELES TÊM PAZ...
Você que esteve em um dos cultos de nossa Igreja neste domingo passado, ou participou de culto em outra Igreja, ou esteve no Parque da Independência assistindo a um show, pode imaginar o que seja estar preso por amor do nome do Senhor Jesus? VOCÊ PODE OU PODERÁ VIVER ESTA PAZ?
A Paz conserva a alma e o espírito confiantes no Senhor JESUS, e só nele. Não basta estar cercado de amigos, ou apreciar um dia de sol ou de chuva. É preciso mais do que isso. Mediante esta PAZ que nos é concedida pelo Espírito Santo de DEUS temos a RECONCILIAÇÃO com nosso Senhor, e aí podemos viver em PAZ uns com os outros.
A PAZ é o contrário exato de ÓDIO, DESAVENÇA, CONTENDA, CONFLITO, INVEJA, dos EXCESSOS, tudo isso que são obras da Carne. A PAZ é o primeiro fruto que se observa após o perdão dos pecados.
A PAZ, por meio do Espírito Santo de DEUS, serve como grande consolador em qualquer e em todas as provações.
Viva na Paz do Senhor Jesus hoje, é a minha oração.
O Espírito Santo opera quando há Unidade no Corpo
“Como é bom e agradável que os irmãos vivam em união! Porque é assim que o Senhor nos pode dar a Sua benção e a Sua vida para sempre” (Salmo 133.1-3).
A Unidade dos irmãos sempre foi agradável e desejável. E o rei Davi coloca neste Salmo palavras proféticas visando unir os irmãos que vivem juntos, mas nem sempre vivem unidos.
Passados mais de mil anos, o nosso Mestre Jesus vai levar ao Pai a Sua oração em favor dessa mesma união. No Evangelho de João capítulo 17 verso 21, principalmente, o Senhor intercede por todos nós suplicando que todos os irmãos fossem UM como Jesus e o Pai são UM.
A respeito do que suplica o nosso Mestre? União de Igrejas, união de organizações, união artificial? Apresento aqui pelo menos quatro desejos do Mestre expresso nesta oração do capítulo 17 do evangelho de João: Unidade espiritual; Unidade de corações; Unidade de propósitos e; Unidade de vontades;
O Apóstolo Paulo vai expandir esse ensino do Mestre no capítulo 12 de sua primeira carta à Igreja dos Coríntios. Ela vai dizer que, como igreja, somos um corpo só, que como um corpo tem muitos membros assim também na igreja, que é o corpo de Cristo. Ele fale de UNIDADE no Corpo. Não importa a origem, não importa a ocupação de cada um nem tampouco o nível de escolaridade. Todos no corpo de Cristo fomos batizados em UM só Espírito.
E esse Espírito de DEUS vai operar no Corpo distribuindo Dons conforme Ele mesmo decide, atribuindo individualmente a cada um para o CRESCIMENTO da Igreja. Quando há UNIDADE no Corpo, o Espírito opera em nosso meio. E os DONS do Espírito Santo são necessários para:
1. Manifestar o Poder do Espírito Santo no meio do povo de DEUS;
2. Confirmar a mensagem do Evangelho com Poder sobrenatural;
3. Edificar espiritualmente a congregação em geral e os crentes em particular;
4. Trazer Poder para a Batalha Espiritual contra o domínio das trevas;
“Oh Senhor, leva-nos a compreender a oração de Jesus quando pede por nossa unidade. Que haja em nós o único Espírito que concede dons a uma Igreja Unida em Espírito, em Amor, em Propósitos e em Vontades” Amém.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Paciência

“As obras da carne são manifestas: discórdia, ira, egoísmo... mas o Fruto do Espírito é Paciência” (Gálatas 5.20-22).
Vivemos em uma era de impaciência. Não toleramos entrar em filas, sejam longas ou curtas. No meio do caos do trânsito o que se vê são pessoas impacientes e agressivas, desferindo xingamentos aos outros. Brigamos por quaisquer motivos e pessoas se matam por causa de arranhões na pintura dos carros.
Nosso DEUS é paciente porque tolera pacientemente todas as nossas imperfeições e iniqüidades. O Senhor não se deixa arrebatar por explosões de ira e de furor. Se essa explosão acontecesse seria a destruição da raça humana. Os seres humanos, porque são imperfeitos, cometem pecados, falhas, provocam desordens.
Mas o Senhor se mostra paciente diante de tais coisas aplicando Sua misericórdia e não Sua justa indignação. A presença de DEUS é a nossa salvação. Não haveria salvação sem a Paciência de nosso DEUS.
A Paciência, como Fruto do Espírito Santo implantado em nós, nos permite subjugar a ira e a intenção de contenda e tolerar as injúrias. A Paciência consiste em suportarmos as fragilidades e as provocações dos outros. É preciso fazer isso com base na consideração de que DEUS tem-se mostrado extremamente paciente conosco.
A Paciência nos leva a suportar todas as tribulações e dificuldades da vida sem murmurações e sem rebeldia. A Paciência nos traz tolerância ante o erro cometido ou diante de uma conduta com exageros, sem nos deixarmos ser arrastados pela ira e pelo desejo de vingança.

domingo, 27 de março de 2011

Deus ouve e responde

“Na minha angústia invoquei ao Senhor; sim, a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos” (2 Samuel 22:7).

Um artigo no Reader’s Digest, de novembro de 1987, reforça-nos a verdade
de que Deus é rápido no ouvir e atender quando o invocamos em nossas necessidades.
Era sobre o “Serviço 911″, um programa de chamada telefônica de emergência. Nos locais onde esse sistema está em operação, uma pessoa que disca 911 não precisa dizer ao operador de onde está falando. Seu nome, endereço e número de telefone aparecem imediatamente na tela.
“Emergência 911″ tem sido um sucesso fabuloso. Por exemplo, um menino de seis anos de idade chamou o 911 para relatar que sua casa estava pegando fogo. Enquanto o operador dizia ao menino assustado o que fazer, equipamentos para apagar o fogo estavam sendo enviados. Uma menina apavorada chamou o serviço para dizer que um homem estava tentando arrombar a porta de sua casa. Em três minutos o homem foi preso e a menina estava segura. Em outro caso, uma menina sussurrou no 911 que um homem estava machucando sua mãe. A polícia foi acionada e chegou a tempo de capturar um sequestrador.
Deus também ouve o clamor de seu povo. A qualquer momento que o buscarmos, seja qual for a situação que estejamos
enfrentando, podemos confiar que Ele está ouvindo e que responde ao nosso chamado.
Momentos de aflições têm, por vezes, invadido a planície de nossa paz; enfermidades inesperadas se instalam, sem
convite, nas pousadas de nossa saúde; apertos financeiros armam complôs contra nossa tranquilidade. São momentos
propícios para o desespero? Não, são oportunos para clamarmos pelo serviço de emergência do Senhor! Ele está bem ali, pertinho, pronto a atender o nosso chamado e a socorrer-nos nas horas de inquietudes. Ele está bem junto a nós, com as mãos estendidas para nos abraçar e com o coração aberto para mostrar Seu amor e cuidados de Pai inigualável.
Não busque lugares duvidosos em suas emergências, chame pelo Senhor e Ele pronto atenderá.

Autoria Desconhecida

Ter uma Religião ou Ter Jesus

Vamos tentar aqui esclarecer o que significa ter uma religião, ou mais precisamente, ser uma pessoa religiosa.
Antes de mais nada, informamos algo aqui muito interessante: quando Jesus esteve aqui em carne e osso, já existia no mundo de então mais de trezentas religiões e seitas. E as que existiam nos locais onde o Mestre pisou, todas elas tentaram ser uma pedra de tropeço para Jesus (fariseus, saduceus, zelotes, herodianos etc). Ou seja, todas elas somente quiseram atrapalhar a obra salvítica que Ele veio realizar.
Para falar a verdade, elas não diferem em nada das muitas religiões que conhecemos hoje (mesmo algumas que se auto-denominam cristãs). Ainda vemos muitos “fariseus” (que virou sinônimo de hipócrita) modernos metidos a cumpridores de lei se auto-justificando por aí. São chamados também de sepulcros caiados.
E no que deu tanta religiosidade, tanto zelo? No maior de todos os crimes já perpetrados pela humanidade a um homem justo: a morte por crucificação, que era dada na época somente aos piores criminosos e monstros. Mataram o Autor da vida, justamente Aquele que nos viera mostrar o caminho para o Céu, um caminho diferente e simples, apenas apertado e estreito, do qual tentamos nos desviar de todas as maneiras por causa de nossa religiosidade.
Preferimos sempre escolher outro caminho, o nosso próprio caminho, o caminho da auto-justificação, do auto-conhecimento, do auto-renascimento, do auto-aperfeiçoamento, tudo à nossa própria maneira, para depois ainda pensarmos que somos os mais sabidões.
Vejamos o que diz a Palavra de Deus a respeito disso:
Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não porém a sabedoria deste mundo, nem dos intelectuais deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos intelectuais deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca teriam crucificado o Senhor da glória (1Cor 2.6-8).
Na verdade, Jesus em nenhuma parte da Bíblia diz que Ele é a religião que devemos seguir. Vemos sempre Ele afirmando que é O CAMINHO, A PORTA, A RESSURREIÇÃO, A VIDA, O BOM PASTOR, entre tantas alegorias por Ele pronunciadas, para nos dar a entender que fora dEle não há outro nem outra solução para o problema do pecado do homem que precisa ser resolvido diante de Deus. Jesus é o Criador, o resto é criatura.
Por isso, se somos do tipo que vive se desculpando e se retraindo para poder afirmar: Eu já tenho a minha religião, estamos cometendo um grande equívoco que pode custar toda uma eternidade. Jesus não está oferecendo a nós mais uma religião, mas nos dando gratuitamente a salvação com garantia de uma vida abundante aqui e agora e eternamente.
Se pararmos para pensar um pouquinho veremos que isso não existe em nenhuma religião do mundo e nunca houve.
Jesus não nos diz que precisamos nascer e renascer em vários corpos por uma infinidade de vezes para que sejamos perfeitos. Isso é uma velha invenção do capeta que tem enganado a muitos que não examinam as Escriituras.
Ora, ora, não vamos morrer com a nossa religião (porque meu pai, meu avô, meu bisavô, meu tataravô era assim), mas vamos verificar a veracidade do que nos diz o Senhor Jesus. Não nos custa nada.
Por que deveríamos morrer na ignorância?
Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8:32).
Por que não ser libertado pelo Rei Jesus? Ora, não vamos cometer também o mesmo engano dos fariseus que disseram a Jesus: Nunca fomos escravos de ninguém (João 8.33) Eles que já tinham sido escravos dos babilônios, dos persas, dos gregos, e agora eram escravos dos romanos. Mas não era desse tipo de liberdade que Jesus falava (e nos fala agora), mas da liberdade do espírito. Essa, para quem não sabe, é a verdadeira liberdade.
Não vamos nos enganar: quem não serve a Jesus, serve ao diabo. Não há outra opção. Nem existe essa coisa de neutralidade e muito menos de “ficar em cima do muro”.
E aí? Será que devemos optar pela nossa religião ? Será que devemos ficar com a tradição que nossos pais nos legaram? Ou será que o ensinamento de nossos antepassados é mais importante que o ensino do Autor da vida?
Oh, amigo, vamos deixar essa nossa religiosidade hipócrita de lado e vamos seguir apenas a Jesus, pois fora dEle não há a menor possibilidade de sermos salvos (Atos 4.12).

Senhor Jesus, para quem iríamos nós? Só tu tens as palavras da vida eterna (João 6.68).
Autor: Adail – http://www.estudosgospel.com.br

O tema preferido de Jesus

O Reino de Deus é o tema que envolve o ministério de Cristo, principalmente quando o examinamos nos escritos de Mateus.
- No seu nascimento, Jesus foi chamado, pelos magos, de Rei dos Judeus (Mt.2.2)
- Ao iniciar o seu ministério público, Jesus saiu anunciando o Reino.
Ele dizia: “Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos céus” (Mt.4.17).
 A sua mensagem recebeu o nome de “evangelho do reino” (Mt.4.23 Mt.24.14).
- Quando ensinou os discípulos a orar, Jesus enfatizou o Reino: “Venha o teu reino e seja feita a tua vontade” (Mt.6.10).
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- Ao enviar os discípulos em sua primeira missão, Jesus ordenou que este devia ser também o tema de sua mensagem: “Pregai que está próximo o reino dos céus” (Mt.10.7).
- Muitas das parábolas de Jesus tinham o Reino de Deus como ponto central. Em Mateus 13, o Mestre profere diversas parábolas. Cada uma ensina a respeito de um aspecto do reino.
- O próprio governador Pilatos reconheceu que Jesus era o Rei dos judeus, apesar de não ter compreendido o sentido espiritual do Reino (Mt. 27.11).
- No alto da cruz de Cristo foi escrito: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus” (Mt. 27.37).
Por quê o Reino de Deus foi o tema preferido de Jesus? Porque este foi o objetivo de sua vinda à terra: estabelecer o Reino de Deus entre os homens. Jesus disse: “Para isso eu nasci e vim ao mundo” (João 18.37). É verdade que Jesus cura, resolve nossos problemas e pode nos dar bênçãos materiais diversas, mas nada disso é o seu objetivo principal. Seu propósito é estabelecer o Reino de Deus em nós e isto é um modo de vida.
Viver no Reino é evitar o pecado, é fazer a vontade de Deus. Jesus viveu assim e nos deu o exemplo.
Que o Reino de Deus seja também o nosso tema preferido e o objetivo principal das nossas vidas. Para isso nascemos, pelo Reino devemos viver e até por ele morrer, se preciso for.

Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.

A Revelação de Jesus no Antigo Testamento

Em João 1.1-4 e 14 lemos a respeito dEle:

 ”No princípio era o Verbo (a Palavra), e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens… E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”  João 1.1-4 e 14
 
        Por isso encontramos o Filho de Deus já no Antigo Testamento:

Jesus em cada livro do Antigo Testamento

 
  • Em Gênesis, Ele é chamado de “semente da mulher”.
  • Em Êxodo, Ele é o cordeiro pascal.
  • Em Levítico, Ele é apresentado como sumo sacerdote.
  • Em Números, Ele é a coluna de nuvem de dia e a coluna de fogo à noite.
  • Em Deuteronômio, Moisés fala dEle como sendo profeta.
  • Em Josué, Ele é o líder da nossa salvação.
  • Em Juízes, Ele aparece como nosso juiz e legislador.
  • Em Rute, Ele é resgatador.
  • Em 1 e 2 Samuel vemos a Jesus como nosso verdadeiro profeta.
  • Em Reis e Crônicas, Ele é o nosso Senhor Soberano.
  • Em Esdras, Ele aparece como o homem que restaura os muros caídos de nossa existência humana.
  • Em Neemias, vemos o Senhor como nossa força.
  • Em Ester, Ele é o nosso Mordecai.
  • Em Jó, Ele é chamado de nosso Salvador eternamente vivo.
  • Nos Salmos, Ele é nosso bom pastor.
  • Em Provérbios e Eclesiastes, Ele brilha como nossa sabedoria.
  • Em Cantares, Ele é o noivo que nos ama.
  • Em Isaías, Ele é chamado de “Príncipe da paz”.
  • Em Jeremias, Ele aparece como o “renovo de justiça”.
  • Em Lamentações, Ele é nosso profeta que chora.
  • Em Ezequiel, Ele nos é apresentado como o homem maravilhoso “com quatro rostos”.
  • Em Daniel, Ele é o quarto homem na fornalha ardente.
  • Em Oséias, Ele aparece como o marido fiel, que é casado com uma infiel (Israel).
  • Em Joel, Ele é o que batiza com o Espírito Santo e com fogo.
  • Em Amós vemos Jesus como aquele que carrega nossos fardos.
  • Em Obadias, Ele é poderoso para salvar.
  • Em Jonas, Ele está diante de nós como o grande missionário para os gentios.
  • Em Miquéias, Ele é o Deus encarnado (Mq 5.1).
  • Em Naum, Ele é mencionado como o juiz escolhido por Deus.
  • Em Habacuque, Ele é o evangelista de Deus que clama: “Aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos” (Hc 3.2).
  • Em Sofonias, Ele se manifesta como nosso Salvador.
  • Em Ageu, Ele é o restaurador da herança de Deus perdida.
  • Em Zacarias, Ele é apresentado como a fonte aberta da casa de Davi que purifica os pecados e as impurezas.
  • Em Malaquias, Ele se mostra como o “sol da justiça” com a “salvação nas suas asas” (Ml 4.2).

Os Efeitos da Cruz

O uso de um crucifixo, seja no pescoço ou na parede, nenhum benefício trará para o ser humano. A redução dos objetos mencionados na bíblia à mera condição de amuletos é uma prática lamentável e inútil.
         O que importa, de fato, é uma compreensão do real significado da cruz de Cristo, ou melhor, da sua morte e também de sua ressurreição e seus efeitos em nossas vidas, sem os quais seremos apenas adeptos de uma religião vazia. A mensagem da cruz, embora seja “escândalo para os judeus e loucura para os gregos”, é o centro do evangelho (ICo.1.18-25; 2.2; Gl.6.14). Precisamos compreendê-la da melhor forma possível, para não perdermos sua eficácia em nossa vida. Ainda que nossa compreensão não seja tão profunda, nossa fé consciente deve alcançar os benefícios do Calvário.
         A morte de Jesus foi a execução da justiça de Deus sobre o pecado humano. Ele não merecia morrer, pois era inocente, mas foi exatamente por isso que sua morte teve valor eterno e absoluto diante de Deus.
         No momento da nossa conversão, quando cremos na morte e ressurreição de Cristo como sendo a única alternativa para a nossa salvação e declaramos nossa aceitação de seu sacrifício, acontecem, no mundo espiritual, os seguintes fatos:
 
  • Somos remidos – perdoados dos nossos pecados (Col.1.14).
  • Somos justificados – passamos a ser justos diante de Deus (Rm.3.24; 5.1).
  • Somos redimidos – comprados – passamos a ser servos de Deus, sua propriedade (Rm.3.24).
  • Somos reconciliados – passamos a ser amigos de Deus (Rm.5.10).
  • Somos adotados – passamos a ser filhos de Deus (Rm.8.16).

A salvação tem todos estes e mais alguns aspectos.

         Sob o ponto de vista de Deus, tudo isso aconteceu quando Cristo morreu e ressuscitou e não agora, mas vamos analisar sob a nossa perspectiva experimental.
         É como se um mendigo fosse tirado da sarjeta e tomasse um banho, ganhasse roupas novas, uma família, um nome e uma posição de honra. É exatamente o que acontece conosco quando cremos em Jesus e o recebemos como nosso único e suficiente salvador.
         É de extrema urgência a necessidade de compreendermos cada uma das palavras supracitadas. Se não nos conscientizarmos de seu significado, corremos o risco de não assumirmos nossa nova posição espiritual, de modo que continuemos em nossos velhos trapos. É como se o mendigo ficasse satisfeito com um pedaço de pão e não se levantasse para receber todos os outros privilégios de sua nova condição.
         A experiência da conversão, com base nos efeitos da cruz, é algo revolucionário no mundo espiritual. Talvez o próprio pecador não esteja bem a par do que lhe sucedeu. É como se o filho pródigo, voltando para o lar, insistisse naquela idéia de ser apenas um dos trabalhadores do pai, não querendo entrar na casa, nem vestir seus novos trajes, nem calçar suas sandálias, nem receber o anel representativo de sua posição de autoridade.
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         Afinal, ele não se sentia merecedor de coisa alguma, mesmo porque sua parte da herança já tinha sido ganha e desperdiçada.
         Precisamos tomar posse do que Jesus fez por nós, de tudo aquilo que ele conquistou com o seu precioso sangue. Essa apropriação segue as seguintes etapas:
        - Saber o que Jesus fez – pelo conhecimento da palavra.
        - Crer na eficácia do que Jesus fez.
        Considerar-se participante, portanto, beneficiário da herança de Cristo.
        É saber para crer e crer para viver. A palavra gera fé e a fé gera resultados. O que cremos determinará o nosso modo de vida.
         Se somos filhos, somos herdeiros. É o argumento de Paulo, quando falava dos efeitos da obra de Cristo (Rm.8.17). Depois da limpeza, o que recebemos? Justiça (roupa) e autoridade (o anel).
        O que Deus tem de melhor para alguém, ele o tem para mim. Este deve ser o pensamento de todo filho de Deus. Porém, este pensamento não pode ser contaminado pelo materialismo nem pela falsa teologia da prosperidade, alegando que o cristão deve ser financeiramente rico. Imagine um filho que só vê no relacionamento com o pai uma forma de ganhar presentes e dinheiro. Seria um relacionamento deturpado.
          Deus pode nos dar todo o dinheiro do mundo, mas a obra de Cristo na cruz não tem nenhuma relação com este assunto. O que o Senhor quer é que nos conscientizemos de nossa riqueza espiritual. Riqueza material o ímpio também tem. No entanto, vive na miséria espiritual. O destaque do cristão, rico ou pobre, deve estar em seu caráter, em sua autoridade espiritual, na manifestação do poder de Deus em sua vida, na produção abundante do fruto do Espírito. O resto é secundário.
         A experiência da conversão, incluindo justificação, remissão, redenção, adoção e reconciliação, é apenas o início da caminhada cristã. É o ponto de partida. Aí começa um processo chamado santificação. É um caminhar rumo à glória celestial.
         Paulo, escrevendo aos romanos, disse que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm.3.23). O evangelho tem por objetivo exatamente conduzir-nos de volta à glória. A santificação é este movimento rumo à glória (Heb.2.10).
         Neste mundo, já temos um pequeno “adiantamento” do que será o gozo celestial. “Nos gloriamos na esperança da glória” (Rm.5.2). É uma expressão redundante, porém, interessante. É como a alegria de alguém que está se preparando para uma festa. É um regozijo por antecipação. Esta é a genuína alegria do cristão, sem a necessidade de causas aparentes ou circunstanciais.
         Entretanto, esta esperança nos mostra que nossa glória não está neste mundo, como alguns gostariam. Não podemos voltar nossa fé apenas para objetivos físicos e materiais. É claro que podemos pedir muitas coisas ao Senhor, mas nosso foco deve ser espiritual, buscando saber e cumprir o propósito pelo qual o Pai ainda nos mantém neste mundo.
         O caminho chamado santificação não é fácil. Ele inclui renúncia, tribulações, sofrimento (Rm.5.3). Não um sofrimento pelo pecado, mas para o nosso crescimento. Não devemos desanimar diante das aflições deste mundo (Jo.16.33). Lembremo-nos de que estamos a caminho da glória de Deus.
         A glória celestial é indescritível. Primeiro, porque não sabemos como ela é; segundo, porque não está ao alcance da mente humana imaginar, supor ou prever o que será.
         Na carta aos romanos, em todo tempo o autor tem em mente a questão da glória. Ele disse:
 
“as aflições deste mundo presente não são para se comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm.8.18).
         Jesus passou pela pior de todas as aflições ao ser morto de forma cruel. Três dias depois, ele ressuscitou, mas, antes que ele pudesse retornar definitivamente para a glória celestial, mais quarenta dias ainda se passaram. A trajetória do mestre também é a nossa, pois estamos seguindo os seus passos. Antes de entrarmos na glória, precisaremos ser aperfeiçoados neste mundo. Antes que os israelitas pudessem entrar em Canaã, precisaram andar no deserto durante 40 anos. É claro que Deus desejava que eles tivessem entrado mais rapidamente, mas é o ser humano que atrasa a concretização dos desejos de Deus em suas próprias vidas.
         Depois que atravessarmos o nosso deserto neste mundo, entraremos pelos portões celestiais, sem medo, mas com ousadia, sabendo que o nosso acesso foi aberto por nosso Senhor Jesus Cristo, que foi adiante de nós preparar o nosso eterno lar.

Autor: Anísio Renato de Andrade

Liberdade Espiritual

“Estai pois firmes na liberdade com que Cristo vos libertou e não tornai a meter-vos debaixo do jugo da servidão.” (Gálatas 5.1).
         O apóstolo Paulo fez essa advertência aos cristãos da Galácia. Se fomos libertos por Cristo, se ele nos libertou das mãos de Satanás, se ele nos livrou de tantos males, a Palavra de Deus nos alerta para que não nos escravizemos novamente. Precisamos manter nossa liberdade espiritual.
         Algumas vezes temos a tristeza de saber que algumas pessoas abandonaram a fé, retornando a uma vida de pecado. Tornaram-se novamente escravas do diabo. Isso pode parecer incrível, mas o próprio Jesus disse que os demônios que dominavam alguém podem voltar trazendo outros com eles (Lucas 11.24-26). O último estado dessas pessoas torna-se pior do que o primeiro.
         Na história do povo de Israel, notamos períodos de cativeiro que se revezavam com atos divinos de libertação. Observe o que diz o Salmo 126, versículos 1 e 4:
 
“Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltavam a Sião, estávamos como os que sonham… Torna a trazer-nos do cativeiro, Senhor…”  Salmos 126.1 e 4
        O povo já havia sido liberto, mas caiu novamente nas mãos do inimigo.
        Façamos uma retrospectiva bíblica da história de Israel:
O povo esteve cativo no Egito durante 430 anos. Deus o libertou. Chegando em Canaã, os países vizinhos se revezaram para explorar e abater os israelitas. O livro dos Juízes nos mostra uma sucessão de opressões e libertações. Mais tarde, a Assíria levou uma parte dos israelitas para o cativeiro. Depois, a Babilônia escravizou as tribos restantes. Passados os 70 anos de cativeiro babilônico, Deus libertou o seu povo novamente.
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         Vemos que Israel viveu entre cativeiros e libertações. Esta, porém, não era a vontade do Senhor para eles, e também não é para nós. Deus não quer que os que hoje são libertos por ele voltem amanhã dizendo: “liberta-nos de novo!” Por quê essas derrotas aconteciam? Devido ao pecado dos israelitas, principalmente por causa da idolatria (Salmo 106.34-45).

Como podemos manter nossa liberdade espiritual e não cair nas mãos do inimigo?

         Em primeiro lugar, é preciso compromisso com Deus. Qualquer pessoa pode ser liberta ou receber uma benção. Entretanto, se essa pessoa não assume um compromisso de ser um cristão, os demônios voltarão a dominá-la. É por isso que muitas pessoas caem endemoninhadas todas as vezes que comparecem a um culto.
         Em segundo lugar, é preciso vigilância. Para nos escravizar, o diabo nos oferece alguma coisa. Vejamos alguns exemplos: Depois de conseguir a libertação para o seu povo, Gideão foi derrotado pela tentação das riquezas materiais (Juízes 8.24-27). Sansão, por sua vez, foi derrotado pela prostituição com Dalila que, depois de descobrir seu segredo, cortou-lhe os cabelos (Juízes 16.1,19).
         Podemos ver que Satanás usa a estratégia de acordo com a fraqueza de cada pessoa. Precisamos ficar vigilantes e recusar as propostas que nos chegam de todos os lados buscando nossa queda. Depois que Sansão foi derrotado, tornou-se motivo de zombaria no templo dos filisteus. O desejo do inimigo é nos ver caindo e sendo motivo de escarnecimento. O desejo de Deus, entretanto, é que nos mantenhamos livres, vencedores e assim possamos ajudar na libertação de outras pessoas.

Autor: Prof. Anísio Renato de Andrade

A Importancia da Biblia

Encontramo-nos em meio ao cumprimento de profecias bíblicas e assistimos continuamente à realização do que foi predito há muito tempo atrás nas Escrituras. Por essa razão quero chamar a atenção para a importância e o poder renovador da Palavra de Deus. Em uma de minhas viagens veio-me às mãos o texto a seguir, que passo aos leitores:

“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos” (Jo 8.31).

“Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço” (Sl 119.165).

Esse é o segredo do discipulado no dia-a-dia, na rotina cristã cotidiana. Isso é sabido e conhecido há séculos, mas é preciso repetir e ensinar a cada nova geração essa verdade tão simples mas fundamental para uma vida cristã bem-sucedida. A melhor maneira de estudar a Bíblia é simplesmente lendo-a atentamente todos os dias, expondo-se em oração à luz do Senhor que dela procede, meditando em suas palavras e prosseguindo com a leitura.

A Bíblia produz efeito por si mesma de maneira sobrenatural: através da ação do Espírito Santo, suas palavras, suas expressões e seus ensinamentos moldam nosso comportamento e nossos pensamentos, de modo que passamos a refletir o caráter de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo em nossa maneira de viver. Assim, somos influenciados até às profundezas de nosso ser.
Não, não há nada surpreendente nesse processo. Tudo é incrivelmente simples – mas funciona! E é dessa forma que aumenta nosso conhecimento bíblico e passamos a viver diariamente segundo os ensinos da Palavra de Deus.
Quando um recém-convertido fica admirado diante do grande conhecimento bíblico de alguém que já é cristão há mais tempo, talvez não saiba que se trata simplesmente do fruto da aplicação persistente do mais simples de todos os métodos: a leitura do Livro dia após dia, o que torna seu conteúdo cada vez mais familiar.
Devemos também enfatizar constantemente que a Bíblia é nossa “única regra de fé e prática”. Nenhuma experiência ou revelação tem qualquer valor se não houver claro fundamento bíblico.
Além da leitura da Bíblia, há também muitos livros e publicações que são um grande auxílio para se compreendê-la melhor. Entretanto, qualquer afirmação ou interpretação, mesmo que proceda de grandes pregadores ou destacados líderes, deve ser verificada e confrontada com a própria Palavra de Deus. Em Atos 17.11 temos o conhecido exemplo dos bereanos, que avaliavam à luz das Escrituras até mesmo o que o grande apóstolo Paulo lhes tinha dito – e são elogiados por isso:
“Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.” Atos 17.11

Autor: Norbert Lieth

sexta-feira, 25 de março de 2011

O Pecado

Deus abençoou o sexo entre o casal e deu o DOMÍNIO sobre a Terra. “Deus os abençoou, e lhes disse: ´Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra’.” Gênesis 1:28. A palavra “domínio” usada no original hebraico é “radhah” que quer dizer “reinar sobre”. 

Deus não só deu a Terra de presente ao homem, mas pediu a ele e o advertiu a GUARDAR essa Terra. “Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.” Gênesis 2:15. No original hebraico, a palavra usada para “guardar” é “shamar”, que significaGUARDAR CONTRA INTRUSOS”. Deus estava avisando Adão e Eva que haveria um intruso.

Cuidado! Perigo!

Estudamos, no último capítulo, que Lúcifer lançou dúvidas em todo o Universo questionando o caráter divino e que, após sua rebelião, ele foi expulsou do Céu. Mas, por que Deus, ao invés de expulsar Satanás do Céu, não o destruiu?

É que Lúcifer havia lançado dúvidas a respeito do amor de Deus. Se Deus o exterminasse naquela ocasião, a dúvida continuaria por toda a eternidade na mente dos seres criados, pois ninguém conhecia os resultados do mal. Outros obedeceriam a Deus por medo e não por amor!
Deus é Deus de liberdade. Todas as suas criaturas, inclusive Adão e Eva, foram criados com liberdade de escolha. A liberdade oferecida pelo Senhor era tão ampla, que eles poderiam até mesmo rejeitá-Lo, se o desejassem. Assim, com Lúcifer solto, oferecendo-se como segunda opção ao governo de Deus, o Senhor colocou diante deles uma maneira para que eles pudessem exercer seu livre arbítrio: uma árvore no centro do jardim.

A Bíblia revela que Deus se encontrava com o casal todos os dias, na hora do pôr-do-sol (Gênesis 3:8). Deus também os advertiu de que Satanás não tinha vida em si mesmo, por isso, se o escolhessem, perderiam o contato com a Fonte da vida (Deus) e morreriam: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá.” Gênesis 2:16 e 17.
A curiosidade fez com que Eva se aproximasse da árvore proibida. De repente, ela ouviu uma voz dizendo: “Foi isto mesmo que Deus disse: ‘Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim’?” Gênesis 3:1.Eva deve ter levado um susto. Uma serpente falou com ela, mas serpentes não falam!De onde teria vindo o poder para fazer uma serpente falar? O corpo da serpente foi usado como fantoche por Satanás, que induziu Eva a cometer os mesmos pecados que ele: duvidar da palavra de Deus e tentar ser como Deus. Ele disse à mulher: “Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal.” Gênesis 3:4 e 5. Eva, que já estava encantada por ver uma serpente falar, agora se deleita em pensar que poderia ser como Deus.
Eva decidiu contra Deus e Adão também. Os dois pecaram! Essa escolha trouxe terríveis conseqüências. Agora, Satanás teria a oportunidade de mostrar ao Universo como seria o seu domínio. “Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram.” Romanos 5:12.
Adão, o DONO DA TERRA, vendeu para Satanás o presente que Deus havia lhe dado. SATANÁS passou a ser O DONO DA TERRA (ver Lucas 4:6). Jesus reconheceu que Satanás é o “príncipe” deste mundo: “Já não lhes falarei muito, pois o príncipe deste mundo está vindo.” João 14:30 ( ver também João12:31 e 16:11).
Depois do pecado, Satanás começou a estabelecer as bases do seu reino. Surgiram doenças, pestes, sofrimentos, mudanças climáticas e mudanças no caráter do ser humano. O apóstolo Paulo disse que nos últimos dias os homens seriam “egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios... cruéis, inimigos do bem... mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus.” 2Timóteo 3:1-4.

Muitas pessoas, ao olharem para tanta miséria e tanta injustiça, afirmam que Deus não existe; afinal, se Ele existe, por que Ele permite todas estas coisas? Não sabem que o deus deste mundo não é Deus e, sim, Satanás. Ele é coerente com seu mundo. Isso é o que ele tem a oferecer!
E você, também já questionou: “Então, por que Deus não faz alguma coisa para acabar com tudo isso?”
Eu lhe respondo: Ele fez!
E você pergunta: O quê?
Ele morreu na cruz por nós!
Vamos um pouco atrás: Deus havia advertido que se comessem do fruto, morreriam no mesmo dia.
Os dois pecaram!
Morreram no dia?
Não!
Deus mentiu?
Não!
O próprio Jesus se ofereceu para morrer no lugar do homem!
O Criador se dispôs a pagar o preço da morte por Seus filhos. Assim, Deus não só resolveu o problema do pecado, mas deu a todo o Universo a maior demonstração de amor que pode existir! “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16.
Não se esqueça que antes de criar o ser humano, Deus sabia que:
    • A humanidade iria pecar;
    • O mundo se tornaria o que se tornou;
    • O coração do homem seria cruel;
    • Ele teria que vir morrer pelo homem;
    • Mesmo morrendo pela humanidade, poucos O aceitariam.
Mas, mesmo sabendo de tudo isto, Deus criou o mundo porque sabia que muitos seriam salvos e teriam a oportunidade da vida eterna.
Jesus, através da Sua morte, venceu o domínio de Satanás. Ele disse: “Chegou a hora de ser julgado este mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo.” João 12:31. A Bíblia complementa: “Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos... Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro...” Apocalipse 12:10 e 11. O domínio de Satanás no mundo só irá durar até que cada ser humano tenha a oportunidade de escolher a Deus ou não. Deus está esperando.
Tenho certeza que, na sua vida, diariamente a história do Éden se repete. Satanás continua misturando a verdade e o erro para enganar você. Ele está “cheio de fúria, pois sabe que lhe resta pouco tempo.” Apocalipse 12:12. Mas Deus está à sua procura e lhe pergunta: “Onde você está?”
Quem tem o domínio do seu coração? Jesus está convidando: “Se hoje você ouvir a Minha voz, não endureça o seu coração.” Hebreus 4:7 (adaptado). O mal está com os dias contados e o bem finalmente triunfará. A mancha no paraíso será apagada e nós voltaremos ao lar. Lá não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
 

ESTUDO PESSOAL:

01. Quem esteve presente na criação do nosso planeta? Gên. 1:1, 2, 26; Sal. 104:30 e João 1:1-3 (Deus Pai, Jesus Cristo e o Espírito Santo. Alguns estudiosos dizem que em Gên. 1:26 Deus teve um diálogo com os anjos. Todavia, isto é impossível, levando-se em conta que (1) anjos são criaturas e não criadores e que (2) a Bíblia ensina que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus e não à imagem e semelhança dos anjos. A conversa foi realmente entre as Três Pessoas da Divindade, como podemos ver claramente nos textos supracitados).

02. Como Deus fez o mundo? Gên. 1:1-31 e 2:1-4; Sal. 33:6 e 9; Heb. 1:1-3

      a) Pelo poder de Sua palavra. A Bíblia diz: “no princípio, CRIOU Deus os céus e a Terra” e não “no princípio, EVOLUIRAM os céus e a Terra”...;

      b) Em seis dias literais;

      c) Com um dia da semana (o Sábado) designado para ser um sinal e lembrete desta atividade criativa dEle.

03. Quem foram os primeiros seres humanos criados por Deus? Gên. 1:26, 27; Gên. 3:17 e 20. (Adão e Eva).

04. Antes de Deus criar o mundo e Adão e Eva, o que aconteceu de errado no Céu? Apocalipse 12:7-12. (uma grande rebelião e uma forte batalha entre Cristo e Satanás, entre os anjos fiéis e os anjos infiéis).

05. Depois de expulso para a Terra, o que satanás, usando uma serpente como médium, fez para tentar levar outros a se rebelarem contra Deus? Gên. 3:1-8 (iludiu Eva para que junto com Adão comessem o fruto proibido, rebelando-se assim contra o Criador. Perceba que o casal humano foi criado com a capacidade de fazer as próprias escolhas, o que demonstra que apesar de o diabo ser um tentador, o ser humano tem responsabilidade por suas decisões. Culpar o diabo por nossas escolhas erradas não traz crescimento espiritual).

06. Que graves conseqüências o pecado trouxe para a humanidade? Rom. 5:12; 15-19. (condenação e morte).

07. O que Deus fez para dar ao ser humano uma nova chance? Gên. 3:15 (disponibilizou ao ser humano a Sua graça por meio do plano de salvação. Gên. 3:15 profetiza a vitória de Cristo sobre satanás).

08. Como Jesus e a Bíblia descrevem a missão dEle? Luc. 19:10; 1Tim. 1:15 (buscar e salvar o perdido)

09. Quem pode ser salvo? 1Cor. 1:21; Tia. 1:21; Heb. 7:25 (quem crer no evangelho que for anunciado e se aproximar de Jesus Cristo)

10. O que é esse evangelho? 1Cor. 15:1-4; Mar. 8:31; 1Tim. 1:16 (a boa notícia de que quem crer na morte substituinte e ressurreição de Jesus, será salvo e terá a vida eterna, pela graça de Deus).

11. Por que a graça é importante para mim?

      a) Gál. 1:6 - para que eu seja chamado por Deus, para ser salvo;

      b) 1Ped. 1:3 - para que eu seja regenerado por Deus;

      c) 1Ped. 5:10 - para que eu seja aperfeiçoado e santificado por Deus;

      d) 1Ped. 5:10 - para que eu possa fazer parte da glória eterna de Deus;

      e) Atos 20:32 - para que eu seja edificado ao ler a Bíblia; 

      g) 2Tessalonicenses 2:16 e 17 - para que eu receba socorro, consolo e esperança nos momentos difíceis (ver Heb. 4:16 e Rom. 15:13);

      h) Rom. 1:7; Rom. 5:1; Rom. 14:17 - para que eu tenha paz na minha vida;

      i) 2Tessalonicenses 1:12 - para que eu glorifique a Deus com minha conduta;

12. O que mais a graça faz pelo pecador?
  1. Atos 20:32 – influencia o ser humano a responder ao chamado de Deus;
  2.  
  3. Gál. 1:15-16 – por meio da graça Deus chama os homens para o Seu serviço;
  4.  
  5. 2Tim. 2:25 – conduz o ser humano ao arrependimento;
  6.  
  7. Rom. 12:3; 2 Tessalonicenses 2:16 – concede fé, consolação e esperança;
  8.  
  9. Efésios 2:8 - salva do pecado e da morte eterna;
  10. Tito 2:11-13 – educa o ser humano, preparando-o para que vença os seus defeitos e se torne apto para encontrar a Jesus pessoalmente, quando Ele vier em glória!
13. O que Jesus diz àqueles estão com medo de aceitá-Lo como Salvador? Mat. 10:32 e 33 (“aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai,
que está nos céus”).

O Bem e o Mal

Acredite ou não, esse assunto está na cabeça de todo mundo e se reflete onde a gente menos imagina. A luta do bem contra o mal roteirizou oito dos dez filmes de maior bilheteria de Hollywood de todos os tempos. É tema de romances, desenhos animados, e o tempo todo ocupa espaço em nossa vida. Então, a primeira pergunta a se fazer é: por que se falaria tanto em algo que não existe?

Agora imagine a seguinte situação: a chuva parou de cair às 2h45min, mas você chegou ao local às 3h. Como você sabe que choveu? É lógico! Percebemos que algo aconteceu pelos vestígios. É só olhar para o chão, para o telhado das casas e ver que estão molhados.

Assim acontece com Satanás. Como existiria o mal se não existisse um causador para ele? A Bíblia reconhece a existência desse inimigo de Deus: Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. Mateus 4:1.
Deus é eterno (Salmo 90:2). A fé, apoiada por evidências científicas nos fazem entender que o Universo foi formado por Deus, através de Sua palavra (Hebreus 11:2).

Por Seu amor e vontade própria, Deus desejou criar outros seres que pudessem desfrutar a vida. Todos os anjos foram criados por Ele (Salmo 148:2-5). Esse exército celeste adorava o Criador (Neemias 9:6) e O servia (Daniel 7:10), louvando- O. Isaías 6:3 (ver também Hebreus 12:22 e Apocalipse 5:11).

Talvez a afirmação de que anjos existem e foram criados por Deus soe aos seus ouvidos como dizer que Papai Noel e duendes existem. Afinal de contas, as fábulas estão aí para inventar um mundo de faz-de-conta tão parecidos com o real, que a realidade do mundo espiritual acaba se parecendo com ele. Hoje em dia, magia, bruxaria, duendes e fadas foram tão bem embrulhados num mesmo “pacote”com os anjos, que fica difícil até mesmo estudar a seu respeito. É que verdade e mentira são sempre muito parecidas.

Todos os seres criados por Deus foram dotados de liberdade de escolha, vontade própria. Deus é amor e jamais gostaria que Suas criaturas O servissem por obrigação. Elas eram livres para receber e corresponder esse amor, ou não.
Pense comigo:
  • Deus é a fonte da vida;
  • Ele desejou criar outros seres;
  • Assim como uma lâmpada precisa da energia elétrica para iluminar, nós dependemos de Deus para viver;
  • Logo, ao criar, Ele disse: “Vocês são livres para curtir tudo o que a vida oferece, mas se desejam viver, permaneçam ligados a Mim, que sou a fonte da vida!”;
  • Deus não criou robôs, mas seres livres.
            E se os seres criados pensassem que poderiam ter vida sem estar ligados a Deus? O que Deus faria?
Em todo o Universo existia amor, harmonia e liberdade. E “LIBERDADE” É A PALAVRA CHAVE NA CRIAÇÃO DE DEUS. Mas, em certo momento, algo inexplicável aconteceu.

A harmonia foi ameaçada por uma das criaturas de Deus que era um verdadeiro modelo de perfeição, “cheio de sabedoria... querubim da guarda ungido... perfeito... nos [seus] caminhos desde o dia em que [foi] criado até que se achou iniqüidade [nele].” Ezequiel 28:15-17. Deus dera a ele posição e capacidades especiais. O rosto daquele anjo transparecia felicidade. Sua majestade e inteligência destacavam seu porte nobre. Lúcifer era quem estava mais próximo do Criador.
O amor não é egoísta. Mas como Lúcifer passou a amar mais a sua própria glória, começou a sentir ORGULHO, INVEJA, ÓDIO (ver Ezequiel 28:15-17) e, então, passou a MENTIR, expondo aos outros o seu ponto de vista. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.João 8:44. Dessa forma, o enganador arrastou consigo um terço” dos anjos do Céu (Apocalipse 12:4).

Deus o criara perfeito e lhe dera a capacidade de fazer suas próprias escolhas. Mas um dia, a MALDADE FOI ACHADA EM SEU CORAÇÃO, foi sendo acariciada por ele, e foi assim que surgiu o pecado. Não há uma explicação para o pecado. Se houvesse, isso seria o mesmo que justificá-lo. E se o pecado fosse justificável, não seria pecado.

A Bíblia conta: Você, que dizia no seu coração: ‘Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo’.Isaías 14:13 e 14. Ele desprezou o fato de que a glória que aparecia nele era simplesmente o reflexo da glória do seu Criador (Ezequiel 28:17).

Deus não criou Satanás - Ele criou seres livres. Livres até mesmo para não escolhê-Lo, se assim optassem. E foi o que Lúcifer fez.
Se Deus sabia que Lúcifer se transformaria num diabo, porque não deixou de criá-lo? Se Ele fizesse isso, a liberdade seria uma mentira, pois como pode haver liberdade, se só existe uma opção? O verdadeiro amor só pode surgir da verdadeira liberdade. Para cada ato de rebeldia que as criaturas cometessem, o Criador cometeria um ato de amor maior ainda (Romanos 5:20).

Lúcifer tinha rejeitado a autoridade divina. Certamente foram feitas várias tentativas para convencê-lo e dadas muitas chances, mas seu caráter passara a ser oposto ao do Seu Criador (Filipenses 2:6-8). “Houve peleja no céu. Miguel [Cristo] e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos... não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo... e, com ele, os seus anjos.” Apocalipse 12:7-9 – RA.

Uma Guerra Muito Próxima

Embora Satanás seja um inimigo vencido, ele continua empenhado em subjugar, “pois sabe que lhe resta pouco tempo”. Apocalipse 12:12. Ele não quer perder sozinho. Por isso, “estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.” 1Pedro 5:8. “Pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal” Efésios 6:12.
Um fora-da-lei sobreviverá bem melhor, se ocultar sua própria identidade. Por isso, uma poderosa arma desse inimigo, hoje, é fazer com que as pessoas duvidem da sua existência. Por que lutaríamos contra um inimigo “que não existe”?

Ele consegue camuflar suas maiores mentiras com disfarces de verdades, afinal, ninguém seria capaz de tomar um veneno puro, mas o tomaria se estivesse misturado com um delicioso suco de frutas (veja Gênesis 3:1-6).
Hoje, o campo de batalha é a nossa mente. A luta é para ganhar a simpatia do coração humano. A cada momento, a cada decisão a ser tomada é você quem determina se o vencedor será Deus ou Satanás. É por isso que você tem, em sua consciência, um senso de “bem” e “mal”. Não é algo místico e, sim, real. A voz da consciência que quer fazer o que é certo é o apelo de Deus falando à sua mente: “Meu filho, dê-me o seu coração; mantenha os seus olhos em meus caminhos”. Provérbios 23:26.
O termo “Miguel” significa “Quem é como Deus?”. Este é um nome de honra de Jesus, usado quando Ele está em direto conflito com as forças do mal. É um desafio a Satanás, que pretendia ser igual a Deus (Isaías 14:12-14). Outros textos na Bíblia mencionam este Ser: Daniel 10:13 e 21; 12:1; Judas 1:9 e Apocalipse 12:7. O termo “arcanjo” significa “anjo chefe” e Jesus é o líder dos anjos - de forma alguma Ele é uma criatura. O termo “anjo” significa “mensageiro” e Cristo é o mensageiro do Pai à humanidade. Veja que o nome “Miguel” não interfere em nada na plena divindade de Cristo (João 1:1-3; Colossenses 2:9). O fato de Jesus ser considerado “Miguel” não o torna uma criatura; da mesma forma que, quando Apocalipse 5:5 O chama de “leão”, Ele não se torna um animal.  “Miguel” é apenas um nome que descreve uma função específica do Salvador no conflito entre o bem e o mal!

ESTUDO PESSOAL:

01. Quem Deus criou para que se relacionasse com Ele? Jó 38:7 – compare com Apoc. 1:20 (anjos)

02. Quem são os anjos? O que fazem? Jó 1:2; Sal. 103:20; Sal. 148:2; Heb. 1:14 (seres espirituais, filhos de Deus, criados para O amarem. Depois da existência do pecado, eles tiveram também a função de trabalhar em favor da salvação das pessoas).

03. Desde quanto existem os anjos? Jó 38:4-7 (antes mesmo de Deus criar o planeta Terra e os seres humanos. A expressão “estrelas da alva” ou estrelas da manhã (bem como “filhos de Deus” neste capítulo de Jó) se refere aos anjos, em seu estado de pureza e perfeição).

04. Quem esteve presente na criação do nosso planeta? Gên. 1:1, 2, 26; Sal. 104:30 e João 1:1-3 (Deus Pai, Jesus Cristo e o Espírito Santo. Alguns estudiosos dizem que em Gên. 1:26 Deus teve um diálogo com os anjos. Todavia, isto é impossível, levando-se em conta que (1) anjos são criaturas e não criadores e que (2) a Bíblia ensina que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus e não à imagem e semelhança dos anjos. A conversa foi realmente entre as Três Pessoas da Divindade, como podemos ver claramente nos textos supracitados).

05. Como Deus fez o mundo? Gên. 1:1-31 e 2:1-4; Sal. 33:6 e 9; Heb. 1:1-3

      a) Pelo poder de Sua palavra. A Bíblia diz: “no princípio, CRIOU Deus os céus e a Terra” e não “no princípio, EVOLUIRAM os céus e a Terra”...;

      b) Em seis dias literais;

      c) Com um dia da semana (o Sábado) designado para ser um sinal e lembrete desta atividade criativa dEle.

06. Quem foram os primeiros seres humanos criados por Deus? Gên. 1:26, 27; Gên. 3:17 e 20. (Adão e Eva).

07. Antes de Deus criar o mundo e Adão e Eva, o que aconteceu de errado no Céu? Apoc. 12:7-12. (uma grande rebelião e forte batalha)

08. Quem liderou a rebelião contra Deus? Apoc. 12:9; Isa. 14:12-15; Eze. 28:12-14. (Lúcifer, um anjo de Deus, que se tornou satanás – “adversário”. Veja que este ser é pessoal. Umasimples “força negativa” jamais tentaria tomar o trono de Deus)

09. Como era este anjo? Eze. 28:13-15. (perfeito, sábio, formoso e companheiro de Deus. Isso nos mostra que Deus não criou o diabo, mas sim um anjo bom, dotando-o da capacidade para fazer as próprias escolhas).

10. Depois de ter rejeitado o perdão de Deus, o que Jesus teve que fazer com o anjo rebelde? Apoc. 12:12; Luc. 10:18 (expulsá-lo do Céu)

11. Depois de expulso para a Terra, o que satanás, usando uma serpente como médium, fez para tentar levar outros a se rebelarem contra Deus? Gên. 3:1-8 (iludiu Eva para que junto com Adão comesse o fruto proibido, rebelando-se assim contra o Criador. Perceba que o casal humano foi criado com a capacidade de fazer as próprias escolhas, o que demonstra que apesar de o diabo ser um tentador, o ser humano tem responsabilidade por suas decisões. Culpar o diabo por nossas escolhas erradas não traz crescimento espiritual).

12. Que graves conseqüências o pecado trouxe para a humanidade? Rom. 5:12; 15-19. (condenação e morte).

13. Qual será o destino de satanás e de todos aqueles que quiserem permanecer no pecado? Apoc. 20:10; Rom. 16:20; Apoc. 20:15; Apoc. 21:8; Mal. 4:1 e 3; (castigo no lago de fogo, que segundo Apo. 20 só existirádepois do milênio, destruição total e morte eterna).

A Pedra

É muito importante darmos atenção a alguns detalhes descritos na profecia de Daniel 2:

              Detalhes             
Sobre o reino
Nos versos
“Uma Pedra”
Não faz parte da estátua. É um corpo estranho
34
“Soltou-se”
Vem do Céu
34
 (ver Mateus 24:30)
“Sem auxílio de mãos”
Não existe interferência de seres humanos em seu estabelecimento
34
“Esmigalhou”
“Encheu a terra toda”
Não se soma aos outros, não compartilha de suas experiências passadas
34 e 35
“Estabelecerá um reino que jamais será destruído”
Será eterno
44 e 45
 
A própria Bíblia se explica – basta compararmos texto com texto (Isaías 28:10), sem esquecer o contexto em que tudo foi escrito. Assim, vejamos quem ela diz ser a Pedra: “E a pedra era Cristo.” 1Coríntios 10:4 – RA (ver Atos 4:11).

Em outras palavras, a Pedra que vem do Céu representa Jesus voltando à Terra, para estabelecer um reino eterno. Isso faz muito sentido quando lembramos da Sua promessa: “E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” João 14:3 – RA.
Veja o que a Bíblia afirma sobre a segunda vinda de Cristo: “Aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória... Assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:30 e 27. Jesus usou a figura de um relâmpago para ensinar que não haverá nada de secreto quando Ele voltar. Todos os que estiverem vivos O verão (Apocalipse 1:7).
Jesus deixou alguma pista sobre a Sua volta? “Os discípulos dirigiram-se a ele em particular e disseram: ‘Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos’?” Assim como eles, nós também desejamos saber. Entretanto, Cristo advertiu: “Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai.” Mateus 24:3 e 36.

A data e a hora, Deus não revelou. Mas Ele sabia que Seus filhos precisam de uma esperança no coração, por isso deixou alguns sinais para sabermos a proximidade de Sua volta.

Revelando os Sinais da Sua Vinda

Jesus respondeu: “Cuidado, que ninguém os engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo! e enganarão a muitos. Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras... Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores. Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. ...muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará... Haverá grandes pestes em vários lugares, e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu”. Mateus 24:4-13; Lucas 21:19.
Estes sinais descritos por Jesus podem ser classificados em cinco grupos:
  • SINAIS NO MUNDO FÍSICO - “...haverá terremotos em vários lugares ...as nações estarão em angústia e perplexidade...” Mateus 24:7 e Lucas 21:25.
Alguém poderia dizer: “Sim, mas tudo isso sempre existiu!” Acha mesmo? No século 19, ocorreram 41 grandes terremotos, causando pouco mais de 350 mil mortes. No século 20, houve mais de cem grandes terremotos, provocando a morte de mais de 2 milhões de pessoas.
Segundo a Nasa (Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos EUA), a temperatura da Terra subiu 1ºC no último século - o suficiente para desequilibrar o mundo natural. Em 2005, houve a temperatura mais alta dos últimos 100 anos. Nesse ano, ocorreram centenas de desastres naturais: 168 INUNDAÇÕES, 69 TORNADOS ou FURACÕES, 22 SECAS e tantos outros. A vida de 154 milhões de pessoas foi transtornada.
  • SINAIS NO MUNDO POLÍTICO - “Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras... Nação se levantará contra nação, e reino contra reino.” Mateus 24:6 e 7.
  Iraque e EUA; israelitas e palestinos; os conflitos no Sudão, Serra Leoa e Taiti...
Embora a guerra esteja presente durante toda a existência da humanidade, a ênfase bíblica é para o AUMENTO NA INCIDÊNCIA desses sinais nos últimos dias. E a evolução das guerras não tem sido apenas em intensidade, pois novas modalidades de combates e ataques têm surgido: guerras intelectuais e biológicas e, também, uma das guerras invisíveis mais temidas de hoje, o TERRORISMO.
  • SINAIS NO MUNDO SOCIAL - “Haverá fomes ...epidemias em vários lugares.” Mateus 24:7 e Lucas 21:11 - RA.
A ONU tem um departamento só para acompanhar a fome no mundo, a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Jean Ziegler, eleito em 2000 como o representante especial para o Direito à alimentação, em um relatório anual nas Nações Unidas, apresentou informações mundiais que deixaram todos estarrecidos:
    • A cada sete segundos, uma criança com menos de dez anos morre de fome;
    • Todos os dias, 100.000 pessoas morrem de fome ou de suas conseqüências, e a cada quatro minutos, uma pessoa morre por falta de vitamina A;
    • Em 2001, o número de pessoas com carências alimentares passou de 815 milhões para 840 milhões.
E o que dizer da AIDS? Desde que foi reconhecida pelo Centro Para o Controle de Doenças, de Atlanta, EUA, em 1981, já contaminou 10% da população da África e matou cerca de 20 milhões de pessoas no mundo - de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).
  • SINAIS NO MUNDO MORAL - “NOS ÚLTIMOS DIAS sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, DESOBEDIENTES AOS PAIS, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, MAIS AMANTES DOS PRAZERES DO QUE AMIGOS DE DEUS.” 2Timóteo 3:1 – 4 (ênfase acrescentada).
            Para confirmar o que Paulo escreveu em sua segunda carta a Timóteo, basta dar uma olhada nos noticiários e ver todos estes sinais se cumprindo.
  • SINAIS NO MUNDO RELIGIOSO - Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos” “Cuidado para não serem enganados. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ e ‘O tempo está próximo’. Não os sigam.” “E este evangelho do Reino será pregado a todo mundo, como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” Mateus 24:24; Lucas 21:8; Mateus 24:14.
            Falsos profetas realizam sinais para ENGANAR até mesmo os que têm fé. Ligue sua TV e você verá muita gente sendo enganada em nome de Deus. O que está faltando se cumprir? O último sinal predito é a profecia de Jesus, de que o evangelho seria pregado em todo o mundo, antes de Sua volta. Isto está quase se cumprindo, pois o cristianismo é hoje a maior religião do planeta, com 2,1 bilhões de adeptos, em mais de 200 países.
Jesus prometeu que viria uma primeira vez, e veio. Prometeu que iria dar Sua vida, e cumpriu. Ele prometeu que iria ressuscitar, e ressuscitou no terceiro dia. E antes de subir ao Céu, disse que voltaria. O que você acha? Será que o cumprimento daquelas promessas não seria a GARANTIA de que a última – a Segunda Vinda – também se cumprirá? “Aquele que dá testemunho destas coisas diz: ‘Sim, venho em breve!’ Amém. Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22:20.

Enquanto andou nesta Terra, Jesus viveu o amor em sua expressão mais completa. Para Ele, não havia barreiras sociais ou financeiras, pois nada podia impedi-Lo de estar com as pessoas. Como Ele mesmo declarou a Pilatos, pouco antes de morrer: “Meu reino não é deste mundo”. João 18:36. Confesso a você que estou cansado dos reinos deste mundo. Estou cansado da impunidade, da insegurança, da injustiça, do sofrimento e da saudade. Desejo, com todas as minhas forças, viver neste REINO QUE NÃO É DESTE MUNDO.

ESTUDO PESSOAL:

1. Como o ser humano se sente quando está longe das pessoas que ama? Prov. 27:8 (triste, perdido e sem rumo, da mesma forma que um passarinho fica a vaguear longe do seu ninho).

2. Como Deus irá resolver o problema da separação entre as famílias? Heb. 9:28 (através da volta de Jesus)

3. No novo reino de Cristo iremos conhecer os nossos familiares? Luc. 24:36-43; Mat. 8:11. (Sim! O fato de Jesus ter sido reconhecido por Seus discípulos depois de ressuscitado nos mostra que depois da ressurreição as pessoas irão se reconhecer. Outra evidência pode-se ver no fato de Jesus prometer que iria ter uma ceia com os Seus seguidores no reino dos Céus. Os salvos terão uma vida física e não uma existência imaterial).

4. Quando Jesus irá voltar para acabar com a separação? Mat. 24:36; Daniel 12:1-3 (do dia e da hora ninguém sabe. Porém, a Bíblia informa que Ele virá quando terminar a Sua obra Sumo Sacerdotal no Santuário Celestial. Sobre isto estudaremos numa lição posterior)

5. Além de terminar com a separação entre as famílias e amigos, para que virá Jesus?
    a) Heb. 9:28 – concluir o plano de salvação!

    b) 2Ped. 3:10-13 – terminar com o pecado e pecadores que não quiseram ser salvos;

    c) Judas 14 e 15; Mat. 16:27 – exercer juízo e dar a recompensa que cada pessoa merece;

    d) Isa. 26:19; 1Cor. 15:22; 1Tes. 4:16 – ressuscitar os mortos;

    e) 1Cor. 15:51 – transformar os vivos;

    f) Mat. 25:34 – levar os salvos para morar com Ele no Reino Eterno e tornar os sonhos em realidade!

6. De que maneira Jesus irá voltar? 

    a) Mat. 24:30 – aparecerá no Céu, vindo sobre as nuvens;

    b) Mat. 24:31 – acompanhado de todos os anjos;

    c) Mat. 24:27 – de maneira visível como um relâmpago que brilha no céu;

    d) 1Tes. 4:16; Apoc. 6:14 – com muito barulho, pois virá sob o som de trombeta e fará com que os montes e ilhas se movam dos seus lugares!

    e) 1Tes. 5:2 – repentinamente como um ladrão, que vem de surpresa;

    f) Atos 1:9-11pessoalmente, da mesma forma que foi visto ao subir aos céus;

    g) Apoc. 19:12 e 16 – como REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES;

    h) “... Certamente, venho sem demora...” (Palavras de Jesus Cristo em Apocalipse 22:20).

7. Mas Ele não irá arrebatar a igreja secretamente? 1Tes. 4:16 e 17; Luc. 24:27 (o único texto que fala em arrebatamento é considerado pela esposa do Dr. Roland V. Bingham, autor evangélico e editor de Evangelical Christian Cristão, como sendo “o mais ruidoso da Bíblia”. E é verdade. A Bíblia não fala de arrebatamento secreto).

8. Ele não está aqui na Terra aguardando o momento de estabelecer o Seu reino? Apoc. 1:7 (de maneira alguma. Os textos anteriores são claros em dizer que a volta de Cristo será bem visível a todos. Se Cristo estivesse aqui espiritualmente, os mortos já teriam ressuscitado. Apoc. 1:7 diz que “todo olho o verá”. Isto está em harmonia com o restante do mesmo texto, que afirma que “todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele”. Os despreparados só irão se lamentar com a volta dEle porque o verão. Como iriam se lamentar se Ele estivesse aqui de maneira invisível?)

9. Mas, e se alguém disser que conversou com Jesus em algum tipo de encontro espiritual? Mateus 24:24 e 23 (Jesus disse que não é para acreditarmos nisso, pois a vinda dEle será visível a todos, ao mesmo tempo).

10. Como posso saber que Jesus está perto de voltar? Mat. 24 (estando atendo aos sinais que Ele deixou. Se você ler o capítulo 24 de Mateus e 2Tim. 3:1-5, se sentirá como se estivesse vendo um noticiário na TV!

     a) Sinais no mundo natural: Luc. 21:25; Mar. 13:24-26; ApoC. 6:21.

      b) Sinais no mundo religioso: Dan. 7:20-25 – compare com Apoc. 13:3 (ressurgimento do papado); Mat. 24:5, 11, 23-26; Mat. 7:21-23 (confusão religiosa); Apoc. 14:6 e 7 (despertamento religioso); Mat. 24:14 (pregação rápida do evangelho em lugares distantes);

      c) Sinais no comportamento humano: 2Tim. 3:1-5 (declínio moral); Mat. 24:12 (multiplicação dos atos de maldade).

     d) Guerras, fomes, calamidades e surgimento de novas doenças: Mat. 24:6 e 7; Luc. 21:10 e 11;

    e) Perseguição aos cristãos: (Luc. 21:12-19).

11. Qual será a reação das pessoas ao verem Jesus vindo nas nuvens do Céu?



      a) Preparados: ficarão alegres – Isa. 25:9;

      b) Despreparados: ficarão desesperados – Apoc. 6:14-17.

12. Por que Jesus ainda não voltou? 2Ped. 3:9 (porque Ele está dando tempo para que as pessoas que ainda no O aceitaram decidam-se antes que seja tarde demais).

13. De acordo com o Espírito Santo, quando se deve começar o preparo para a volta de Jesus? Heb. 3:7 (HOJE!)

14. Que conselho Jesus dá a todos aqueles que querem ser salvos? Mat. 24:13; Mat. 25:13 (“persevere em Me seguir apesar dos problemas e vigie, pois estou voltando!”).